terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Redes sociais, o desafio das empresas
As empresas precisam apostar em ações que envolvam os frequentadores desse universo. E isso requer mais recursos do que muitos deles estão habituados a aplicar em propaganda online.
"Há um consenso de que ações de mídia na internet são de baixo custo. Fica difícil convencer um cliente que a produção de um jogo interativo poderá custar tanto quanto um comercial de 30 segundos em rede aberta de televisão", conta Perrone. A ação do hotsite criado pela Microsoft para o lançamento de seu game Prototype, por exemplo, desenvolvida em cima dos usuários do Facebook, não saiu barato, mas atingiu bons resultados. O game liderou as vendas nos EUA, no mês de lançamento.
"A Microsoft desenvolveu um vídeo promocional que utiliza fotos e dados do perfil do internauta no Facebook para criar uma experiência não só bastante imersível e única, porque é personalizada", conta ele. Outro exemplo de iniciativa bem-sucedida na utilização de rede social é a do salgadinho Doritos, com um jogo que só pode ser acessado por 12 horas, entre 6 da tarde e 6 da manhã.
Ao entrar na partida, o usuário autoriza o site da empresa a acessar seu perfil no Facebook. A partir daí, o site vai interagir avisando todos os seus amigos que você está numa enrascada e precisa de ajuda. Ao fim da jornada, o site sorteia dois deles para que o jogador decida qual quer salvar. O amigo escolhido é avisado e isso promove todo tipo de reação e indignação.
Perrone, que dedica tempo integral a estudar soluções no ambiente da internet, não conhece iniciativa desse porte no Brasil. Um dos problemas ainda é a infraestrutura da rede de banda larga do País, que limita o uso de recursos mais ousados. Mas, como Perrone lembra, o futuro passa por esses canais de comunicação.
"DESPORTALIZAÇÃO"
As redes sociais mais ativas, como YouTube, Orkut, Facebook e Twitter, são hoje em dia também uma porta de entrada para a navegação, o que merece atenção redobrada do anunciante. Esse fenômeno é denominado de "desportalização".
"Há 10 anos, todo mundo tinha um portal como página inicial no seu navegador. E era por aí que começava a navegação. O portal era o "índice" da internet. O volume de conteúdo disponível foi ficando tão grande e tão diversificado que entraram em cena as ferramentas de busca. Em oito anos, o Google virou a página mais visitada do mundo. Vieram as redes sociais. E, agora a audiência dos portais diminuiu e sua função mudou. Se antigamente era lá que tudo começava, para muita gente a navegação começa pelas redes sociais. E vão para um portal após recomendação de um amigo."
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Internet no celular: seu site está pronto?
“O que vemos hoje é o uso de celulares com acesso integral a internet sendo utilizado por executivos, mas a tendência é que o uso se expanda para o ambiente doméstico”, explica diretor de tecnologia da Magic Web Design, Antonio Borba.
Segundo pesquisa da empresa internacional Huawei realizada este ano, a previsão é de que até o fim de 2009 aumente em um milhão de novos usuários de banda larga móvel, totalizando a 5,9 milhões de pessoas conectadas no Brasil.
Em 2011, a expectativa é de que este tipo de conexão ultrapasse a banda larga fixa. Para 2014, a pesquisa aponta que o país terá 60 milhões de brasileiros utilizando aparelhos com acesso total da internet pelo telefone.
“O que devemos levar em consideração é que muito dos sites que estão no ar hoje não estão prontos para serem acessados via telefones, percebemos muitas quebras e erros quando utilizamos o mobile”, explica Borba.
Segundo ele, a alternativa das empresas é fazer um site paralelo, exclusivo para o acesso via celulares, ou programar o site em padrões internacionais, como o W3C, que orientam programadores dos aparelhos e dos sites.
“Outro grande desafio é que muitos dos aparelhos smartphones não aceitam programas para rodar sites com animações especiais, como a plataforma Flash, da Adobe. Mas, de qualquer forma, preparar o site para acesso no celular é estratégia essencial para que empresas tenham acesso aos mercados que se ampliarão com o uso do celular para acesso da internet”.
Outra pesquisa, do Pyramid Research – empresa internacional de pesquisas em Telecomunicação –, realizada na América Latina, aponta que o número de telefones com rede de dados para acesso à internet, os chamados smartphones, terão um aumento de 600% nas vendas até 2014.
A mesma pesquisa aponta, ainda, que no final de 2009 serão aproximados 6 milhões destes aparelhos vendidos no continente. No ano passado, 3% do total de vendas de celulares foram de smartphones. Para 2014, a projeção é de que 30% do total dos aparelhos vendidos sejam do modelo.
Dados da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações – apontam que em agosto de 2009, a banda larga móvel estava disponível para 64% da população brasileira e em 12% dos municípios do país. A estimativa é de que em cinco anos, 60% das cidades brasileiros tenham cobertura 3G, o que corresponderá a 88% da população do país.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Fiado ainda é meio de pagamento bastante usado
Pesquisa da LatinPanel com 8.200 famílias revela que 21,6% delas pagaram alguma conta usando o fiado ou a caderneta durante este ano.
O uso do fiado pelas famílias é praticamente o mesmo do cartão de débito, que chegou a 22,8% no mesmo período.
A pesquisa, que acompanha semanalmente os hábitos de compra de 82% dos domicílios no país, mostra também que o uso do fiado não se restringe à baixa renda.
O interior do Estado de São Paulo, o segundo mercado consumidor do Brasil, é a região do país onde o fiado é mais frequente.
De janeiro a abril, 28,9% das famílias que moram no interior de São Paulo usaram esse meio de pagamento. Em seguida estão regiões com menor poder aquisitivo, a Leste, que inclui Espírito Santo, Minas Gerais e o interior do Rio de Janeiro, com 28,2% das famílias usando fiado, e a Norte e Nordeste, com 25,9%.
Leia matéria do jornal O Estado de S.Paulo na íntegra aqui.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Há 50 milhões de internautas viciados em web
A internet caiu, o que eu vou fazer? Como vou ficar sem conexão? Essas foram questões levantadas nas últimas semanas, já que a web sofreu algumas baixas momentâneas: o Twitter caiu por várias vezes e o Google ficou fora do ar por poucas horas. Isso sem contar as inúmeras panes do Speedy que deixaram vários usuários com conexões instáveis ou inexistentes.
A Universidade de La Salle divulgou recentemente um estudo que aponta a existência de 50 milhões de viciados em internet. A entidade britânica Advances Psychiatric Treatment divulgou um relatório mostrando que entre 5% e 10% de internautas no mundo são compulsivos, cerca de 1,3 bilhão de pessoas, segundo o Internet World Stats.
Atualmente, a web ocupa um significativo espaço na vida de todas as pessoas e tornou-se necessária para o desenvolvimento das atividades cotidianas. “A internet tornou a vida de qualquer pessoa mais simples e ágil. Compras, pagamentos, notícias, informações sobre clima, estradas, e tantas outras atividades, tornaram-se disponíveis a qualquer hora em qualquer lugar graças à internet e ao celular”, afirma Abel Reis, presidente da Agência Click.
Caiu! O que eu faço?
Para Cristiano Nabuco de Abreu, psicólogo e coordenador do programa Dependentes de Internet do Instituto de Psiquiatria do HC/FMUSP, depressão, fobia social e introspecção são fatores que podem desencadear o vício. “Quando o indivíduo prefere a internet do que as atividades no meio físico, troca a vida real pela conexão, é preciso ficar atento”.
Segundo Nabuco, a dependência não pode ser medida pelo tempo que o usuário fica on-line ou considerar apenas as horas que uma pessoa dedica à leitura emails e notícias na web, mas sim quando ela deixa de viver sua vida por causa da internet, desmarca compromissos, deixa de conviver com sua família. “Mas a partir do momento que você deixa de ter contato real, sair, passear, conversar para ficar online é sinal de que algo está errado”, ressalta Augusto.
Como tratar
O vício pode atingir diferentes graus (leve, moderado, abusivo, pesado) e somente o diagnóstico do médico vai definir se a pessoa realmente é compulsiva e qual tratamento deve ser feito. Mas as próprias pessoas encontram dificuldades para reconhecer a doença. “Muitas vezes, a pessoa não reconhece o vício. Assim, família ou amigos buscam ajuda e procuram tratamentos”, diz o psicólogo.
Compras, bate-papo, jogos são alguns exemplos de dependência. Entre as opções de tratamento estão: psicoterapia, terapia presencial, terapia em grupo e atendimento por email. O HC, a PUC e a Unifesp oferecem tratamentos gratuitos para dependentes.
Você quer saber se usa muito a internet ou se depende dela? Faça o teste!
*O nome foi trocado para preservar a identidade do entrevistado
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Internet muda o hábito de ir ao supermercado
O professor Alberto Menegotto, morador de Porto Alegre (RS), diz que está "encantado com o serviço". Ele diz que costuma fazer as compras online de 20 em 20 dias no site do Nacional e para isso só gasta 30 minutos, menos do que ter de ir até o supermercado. Essa prática ocorre desde 2008. Em 2001, ele afirma que já havia feito compras online, mas, na época, o preço total saía entre 20% a 25% mais caro, pois a empresa não era um supermercado, apenas prestava o serviço.
"Hoje gasto R$ 5,97 com a entrega. É muito menos do que se gasta com gasolina ou com táxi." Menegotto, que costuma fazer propaganda do serivço aos amigos e aos familiares, costuma pagar as contas com cartão de crédito. O professor não vai a supermercados no intervalo das compras online, apenas busca pão na padaria.
O Sonda Delivery (http://www.sondadelivery.com.br), que realiza entregas na capital paulista, no ABC e em Guarulhos (SP), começou com o serviço online em novembro de 2004. O site comercializa mais de 10 mil itens, e os preços podem ter diferença em comparação aos das lojas físicas. De acordo com o Sonda, a atividade acompanha a evolução do uso da internet e cresce a uma taxa média de 45% ao ano.
O site do Pão de Açúcar Delivery (http://www.paodeacucar.com.br/), que existe desde 1995 e possui mais de 12 mil produtos de diversas categorias, atende o município de São Paulo, Grande ABC, litoral de São Paulo, Campinas, Piracicaba, Sorocaba, Americana, Indaiatuba, Itu, Rio de Janeiro, Brasília, Fortaleza e Curitiba. A empresa não informa os números do crescimento, mas o gerente de comércio eletrônico do Pão de Açúcar Delivery, Fabrício Ferreira, afirma que "o PA Delivery cresce ano a ano, tendo, desde a sua inauguração, fidelizado um grande número de consumidores".
O Wal-Mart gerencia quatro sites de venda - o Mercadorama (http://www.mercadorama.com.br), que atende Curitiba (PR), o Nacional (http://www.nacional.com.br), que faz a entrega em Porto Alegre (RS) e o BIG (http://www.big.com.br/alimentar), que presta o serviço em Joinville (SC). Tem ainda o site www.walmart.com.br, que atende a todo o Brasil e vende somente itens não alimentares. Os preços dos produtos nos sites Nacional, BIG e Mercadorama são os mesmos das lojas físicas. O www.walmart.com.br apresenta alguns preços diferenciados. O site do Pão de Açúcar tem sua própria política de preços - que acompanha todas as ofertas das lojas físicas e oferece ofertas e promoções exclusivas.
Classes A e B
Segundo o Sonda, o perfil do consumidor é das classes A e B, sendo que 60% são do sexo feminino. Nos sites do Nacional, Mercadorama e BIG, a maioria dos compradores também é de pessoas das classes A e B e tem entre 25 e 50 anos. De acordo com o gerente de comércio eletrônico, o perfil dos consumidores do Pão de Açúcar Delivery é de "pessoas já acostumadas a comprar pela internet, com bom nível sócio econômico, acima dos 35 anos, que têm pouco tempo disponível para fazer compras e gostam da comodidade e praticidade do serviço".
Entrega
O horário da entrega varia entre os supermercados que oferecem o serviço. No Sonda, o consumidor pode agendar a data, mas não é possível agendar horário ou o turno, pois o supermercado depende do volume de pedidos para fazer o roteiro de entregas, que ocorrem diariamente das 8h às 20h. O Sonda cobra um frete de R$ 11,90, independente do valor das compras e do local da entrega.
A taxa é de R$ 5,97 no Nacional, no Mercadorama e no BIG. Para compras acima de R$ 450, é de R$ 2,97. No site de eletroeletrônicos, o frete pode variar.
O Pão de Açúcar cobra taxa de R$ 11,90 em São Paulo e de R$ 13,90 se a compra for com hora marcada. "Temos uma política de frete regressivo - quanto maior o valor da compra, menor é o frete, podendo chegar a zero. Nas duas primeiras compras, o cliente não paga frete e na terceira, paga somente 50% do frete. O cliente pode escolher quando quer receber suas compras de acordo com os horários disponíveis no site", afirma Ferreira.
De acordo com o gerente de comércio eletrônico do PA Delivery, a empresa monitora diariamente os estoques. "Se algum produto estiver em falta, o procedimento é procurar em todas as lojas do Pão de Açúcar para entregá-lo ao cliente. Nosso índice de faltas é muito baixo. A taxa de entrega apresenta um ótimo custo benefício, pois os clientes compram com maior comodidade, economizam tempo e combustível."
Pagamento
Os supermercados aceitam cartões de crédito ou cheques como formas de pagamento. De acordo com o Sonda, a opção predominante é o cartão de crédito, essa forma predominante de pagamento também ocorre no Pão de Açúcar.
Na rede Wal-Mart é possível parcelar os itens não alimentares. No Sonda, as compras podem ser parceladas em duas vezes sem juros nos cartões Sonda MasterCard, American Express e outros cartões com a bandeira da MasterCard. Em alguns supermercados, como no Sonda ou no site www.walmart.com.br também são aceitos boleto bancário. No PA Delivery, o boleto bancário só é aceito para pessoas jurídicas. Além de cartões de crédito, o Pão de Açúcar aceita cartões alimentação e cheque. O comprador não tem a possibilidade de parcelar as compras.
Se os compradores ficarem insatisfeitos com alguma mercadoria, ela pode ser trocada, geralmente nas lojas físicas. Também há a possibilidade de o consumidor entrar em contato com os serviços de atendimento ao cliente para resolver a questão. O professor Menegotto diz que nunca precisou devolver produtos ou fazer trocas, pois as figuras ilustrativas do site orientam bem o comprador.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Cliente satisfeito nem sempre é leal
Os resultados são mostrados por meio do Índice Ipsos, que varia de 0 a 100 pontos.
Os setores de supermercados, shopping centers e cartão de crédito de lojas, que recebem boas avaliações com respeito à satisfação de seus serviços, apresentam baixos índices de lealdade dos clientes.
Nestes setores, a relação pode ser medida com a seguinte pontuação: 43 lealdade e 75 satisfação em supermercados, 31 lealdade e 76 satisfação com shopping centers e 41 lealdade e 77 satisfação com cartões.
O índice de lealdade aos shopping centers é o menor dos setores estudados. Ele lidera o ranking de facilidade de mudança por parte do cliente, com 71 pontos; seguido por cartões de crédito de lojas (67); e bancos (66), que empatam com seguro de automóvel.
No sentido inverso, os clientes de telefonia fixa residencial não apresentam os piores níveis de lealdade apesar de seus baixíssimos níveis de satisfação geral com os serviços prestados por seus fornecedores. A relação foi verificada em 46 pontos lealdade e 61 satisfação.
Quando questionado sobre a facilidade de mudança de fornecedor, o telefone fixo ficou com uma das menores pontuações, 51, perdendo somente para a TV por assinatura (45 pontos), demonstrando que a portabilidade ainda não está sendo utilizada plenamente pelos clientes.
O estudo aponta que, além dos fatores internos do fornecedor, a fidelidade dos clientes depende da natureza da categoria, das barreiras à mudança (variável de acordo com o perfil dos clientes) e da oferta de fornecedores no mercado.
A pesquisa foi realizada entre usuários de 16 serviços nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro: banco, cartões de crédito de lojas, cartões de crédito de bancos, seguro de automóvel, supermercado, shopping center, posto de gasolina, internet domiciliar, telefonia celular, telefone fixo residência, TV por assinatura, água residencial, energia elétrica residencial, gás residencial, ônibus urbano e metrô.
A amostra abrangeu 300 casos por setor, em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, com telefone em casa, usuários e decisores da contratação do serviço.
 
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Web influencia 15% do varejo nacional
Entre os brasileiros com mais de 16 anos, 15% disseram ter o costume de consultar a rede antes de comprar em estabelecimentos de rua ou shoppings. Equivaleria dizer que a plataforma virtual tem impacto sobre cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional*. Daqueles que afirmaram consultá-la, 63% possuem acesso em casa, 60% navegam no site da loja e 58% assumem levar em consideração a opinião de outros internautas.
O estudo revelou ainda que 12,6% da população, 16,5 milhões de pessoas, já adquiriu produto ou serviço online e que, delas, 72% o fizeram de suas residências. Os dados ganham ainda mais destaque quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 83% dos 66 milhões de internautas identificados pela pesquisa entram na rede pelo menos uma vez por semana e 32% a utilizam todos os dias.
Segundo Fabio Fernandes, presidente e diretor de Criação da F/Nazca, os resultados indicam a necessidade de um novo fôlego à democratização da internet no País. “A difusão do acesso, sobretudo doméstico, deixou de ser um argumento meramente cultural para ganhar ainda mais relevância econômica. Pelo nosso levantamento fica claro que internet em casa é praticamente condição tanto da compra quanto da pré-compra à distância”. A conexão nos lares, no entanto, é realidade apenas de 26% da população.
A F/Nazca realiza a pesquisa sobre Internet no Brasil semestralmente desde o início de 2007. No levantamento de março deste ano foram feitas 2.117 entrevistas em todo o País. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O desenho amostral foi elaborado com base em informações do Censo 2000 e estimativas 2008 do IBGE.
*Fonte: IBGE, Pesquisa Anual do Comércio 2006. Cálculo sobre a receita operacional líquida do comércio varejista. O segmento “Combustíveis”, que representou 23,9% do volume total, não foi considerado.
 
sábado, 4 de julho de 2009
Após pagar despesas, brasileiros investem em tecnologia
A pesquisa, que falou com mais de 25 mil usuários de internet em 50 países, também mostrou que o internauta brasileiro está menos otimista de que é um bom momento para se fazer compras. O índice que mede esta confiança caiu de 109 para 88 pontos, de acordo com o estudo.
Quanto ao aumento do consumo de bens com novas tecnologias, José Reinaldo Riscal, da Nielsen Brasil, revela que o porcentual de consumidores interessados neste tipo de produto só tende a aumentar. Segundo ele, um bom exemplo é a área de telefonia celular. Em um levantamento recente, a Nielsen constatou que 63% do público do serviço de valor adicionado no celular tem entre 15 e 34 anos, o que mostra um perfil de consumidores jovens e cada vez mais ávidos por tecnologia.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Conheça o Tweefight, site de “lutas” entre perfis do Twitter
Apesar de simples, o resultado é calculado por meio do Tweerank, um sistema bem complexo para calcular a popularidade de um perfil no microblog. Por exemplo, além do número de seguidores e de pessoas que um usuário segue, o ranking avalia o número de mensagens postadas, de respostas recebidas, entre outros quesitos para determinar a popularidade.
Além disso, o Tweefight tem suas peculiaridades. Quanto mais você ganha lutas dentro do jogo, mais forte seu perfil fica (pelo menos dentro do jogo). Quem ficar forte o suficiente para enfrentar - e ganhar - o atual campeão mundial de Tweefight ficará com o título de campeão e terá seu perfil exibido na página de abertura do site.
