terça-feira, 24 de novembro de 2009
Empresas querem descobrir os pensamentos do consumidor
De acordo com uma reportagem do Jornal Nacional, equipamentos modernos estão ajudando na conquista de novos clientes. “A gente tem equipamento que transmite, através de rádio frequência, conteúdos multimídia para os celulares das pessoas que têm essa tecnologia no seu celular”, afirmou, Sérgio Percope, diretor de marketing.
Entre as opções de acompanhamento do cliente estão: câmeras de segurança dos estabelecimentos, banco de dados preenchidos a cada compra pela web e a grande novidade, o rastreador de olhar, um sistema de câmeras e infravermelho embutido na tela capaz de captar e acompanhar os olhos de quem está em páginas na web ou é exposto a embalagens de um produto. A marcação das preferências é apontada em um gráfico.
O rastreador apresenta aplicações como diagnóstico médico, estudo de hábitos e reações do consumidor. Uma situação que exemplifica o uso da ferramenta é uma saída às compras. A consumidora se prepara para sair e um tipo de laboratório de pesquisa imita o supermercado. Ela usa um óculos com microcâmera embutida e as imagens gravadas são confrontadas com perguntas do pesquisador.
Dessa forma, o resultado pode mostrar qual deve ser a disposição do produto no ponto de venda para melhorar sua visualização e aumentar as chances de ser escolhido pelo consumidor.
85% da elite brasileira confia na internet
De acordo com o Terra Tecnologia, a pesquisa "The Elite Consumer" foi feita em quatro países da América Latina, Argentina, Brasil, Colômbia e México, com pessoas entre 20 e 64 anos, que representam o top 5%em nível sócio-econômico e que utilizaram a web nos últimos três meses com o objetivo de conhecer os hábitos e comportamentos de consumo da população com alto poder aquisitivo.
Os brasileiros apontaram que o consumo online é mais conveniente (82%). Já entre argentinos, colombianos e mexicanos a prática não é muito comum, já que menos da metade concorda com esse conceito.
Entre os objetos de desejo para os próximos 12 meses, os smartphones são os preferidos por 50% dos entrevistados. O índice de acesso à internet pelo celular ficou entre 4% e 6%. Outra novidade da pesquisa foi a porcentagem de usuários (63%) que utiliza os serviços bancários pela web.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Africa e MindRoads vão detalhar parceria
Na próxima terça-feira (27), às 10h, a Africa apresentará detalhes da parceria com a consultoria de marketing MindRoads. O assunto abordado será a metodologia de pesquisa ZMET, que tem a agência de Nizan Guanaes como primeira cliente no Brasil. ZMET é um método criado em Harvard que consegue chegar ao inconsciente das pessoas por meio do estudo de metáforas.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Brasileiro lidera preferência por publicidade via celular
A pesquisa, realizada em julho deste ano com 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal, Reino Unido e Romênia), pretende mostrar a relação do consumidor com os canais digitais.
De acordo com o levantamento, a publicidade via celular é aceita por somente 17% das pessoas. No Brasil esse percentual sobe para 42% e as mulheres da classe C, entre 25 e 44 anos, são as mais receptivas.
Os alemães são os que mais compram pela internet. Mas com a crise econômica esses consumidores começaram a utilizar a comparação de preços para efetuar suas transações. Por outro lado, o Canadá é o que menos utiliza o e-commerce, mas faz uso constante da pesquisa de preços.
Entre os entrevistados todos usam a web para comparar preços. Mas, os australianos lideram esse ranking com 76%, em seguida estão os britânicos (74%) e os brasileiros (73%).
A insegurança da web e a necessidade de ver o produto antes de efetuar a compra são algumas razões para o brasileiro preferir lojas físicas (55%). Já a população global não compra pela internet porque gosta de ver a mercadoria (66%) e também não gosta de passar informações pessoais (56%), como os dados bancários.
O grupo dos neoconsumidores, que tem acesso a diferentes canais e informações, é composto por homens e mulheres entre 35 e 44 anos (23%) e 26% possui nível universitário.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Abigraf e Sebrae lançam estudo inédito sobre a indústria gráfica
O “Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil” será lançado nesta quarta-feira (26), às 10h30, na sede do Sebrae Nacional - em Brasília. O trabalho é uma realização da Abigraf Nacional (Associação Brasileira da Indústria Gráfica), por meio de parceria com o Sebrae.
O estudo inédito abrange detalhado perfil da indústria gráfica nacional, com aprofundamento sobre o porte das empresas, atividades, número de funcionários, localização geográfica, estrutura produtiva (unidades fabris, processos, volume de produção, capacidade instalada, investimentos e máquinas), dentre outros itens. Trata-se do trabalho mais completo já feito sobre o setor no País.
O objetivo do relatório é possibilitar a construção de indicadores relevantes para o acompanhamento do desenvolvimento econômico e mercadológico do mercado.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
"A Ponte Estratégia" pesquisa na web
A Ponte Estratégia, consultoria de marketing especializada na baixa renda, entra agora no nicho de pesquisas online voltadas à Classe C. A empresa lança o Painel da Maioria, que vai possibilitar que empresas levantem dados sobre esse público de forma mais rápida e com menor custo.
Segundo André Torretta, sócio-fundador da consultoria, o método garante retorno dos dados em, no mínimo, uma semana, enquanto que em pesquisas de campo, esse tempo chega a um mês. "Esse tipo de pesquisa pode ser até 40% mais barato, já que não é preciso dispor de uma equipe grande para o trabalho", explica.
Para lançar o produto, a consultoria montou um banco de pessoas, interessadas em participar das pesquisas. A seleção foi feita em parte pelos "antenas", funcionários da empresa que atuam infiltrados nas periferias de 7 capitais brasileiras. Para garantir que as pessoas desse banco participem dos levantamentos, respondendo aos questionários, Torretta conta que montou um sistema de milhagens, no qual os participantes acumulam pontos que podem ser revertidos em prêmios.
Mesmo com as vantagens, cada pesquisa trabalha com uma margem de segurança para obter os resultados esperados. "Se precisamos de 300 questionários respondidos, enviamos o material para 2 mil pessoas, via e-mail", explica Torretta, que já está utilizando o método com 4 clientes, na área de telefonia, varejo e alimentos.
Outra vantagem, segundo o executivo, é a eficiência dos questionários utilizados, que trazem linguagem própria para o entendimento do público-alvo. "Somos especializados em classe C. Sabemos falar com esse público, porque conquistamos um repertório de linguagem próprio para isso."
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Internet é novamente a mídia que mais cresce
O faturamento total da mídia com propaganda teve alta tímida de 1,72% e atingiu R$ 7,824 bilhões. A retração foi registrada em maio, momento em que o mercado encolheu 1,15%. Com o aumento no meio online, a internet repete o sucesso de últimos anos e novamente é a mídia que mais cresce. O meio atingiu R$ 309 milhões nos cinco primeiros meses deste ano. Mesmo com o resultado, a participação da web no bolo publicitário é de 3,95%.
Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. A TV por assinatura cresceu 6,39% em relação ao período de 2008 e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total. Cinema também obteve melhora: subiu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com um total de R$ 355 milhões e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.
Pior que 2008
Para os veículos impressos, o resultado é mais amargo. Conforme já citado, jornais perderam faturamento e o montante caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. As revistas despencaram e chegaram a R$ 555 milhões e participação de 7,09%.
O segmento de Guias e listas decaiu 15,32% e baixou faturamento para R$ 139 milhões, participação de apenas 1,77%.
As informações são do MM Online.
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Cliente satisfeito nem sempre é leal
Os resultados são mostrados por meio do Índice Ipsos, que varia de 0 a 100 pontos.
Os setores de supermercados, shopping centers e cartão de crédito de lojas, que recebem boas avaliações com respeito à satisfação de seus serviços, apresentam baixos índices de lealdade dos clientes.
Nestes setores, a relação pode ser medida com a seguinte pontuação: 43 lealdade e 75 satisfação em supermercados, 31 lealdade e 76 satisfação com shopping centers e 41 lealdade e 77 satisfação com cartões.
O índice de lealdade aos shopping centers é o menor dos setores estudados. Ele lidera o ranking de facilidade de mudança por parte do cliente, com 71 pontos; seguido por cartões de crédito de lojas (67); e bancos (66), que empatam com seguro de automóvel.
No sentido inverso, os clientes de telefonia fixa residencial não apresentam os piores níveis de lealdade apesar de seus baixíssimos níveis de satisfação geral com os serviços prestados por seus fornecedores. A relação foi verificada em 46 pontos lealdade e 61 satisfação.
Quando questionado sobre a facilidade de mudança de fornecedor, o telefone fixo ficou com uma das menores pontuações, 51, perdendo somente para a TV por assinatura (45 pontos), demonstrando que a portabilidade ainda não está sendo utilizada plenamente pelos clientes.
O estudo aponta que, além dos fatores internos do fornecedor, a fidelidade dos clientes depende da natureza da categoria, das barreiras à mudança (variável de acordo com o perfil dos clientes) e da oferta de fornecedores no mercado.
A pesquisa foi realizada entre usuários de 16 serviços nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro: banco, cartões de crédito de lojas, cartões de crédito de bancos, seguro de automóvel, supermercado, shopping center, posto de gasolina, internet domiciliar, telefonia celular, telefone fixo residência, TV por assinatura, água residencial, energia elétrica residencial, gás residencial, ônibus urbano e metrô.
A amostra abrangeu 300 casos por setor, em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre homens e mulheres maiores de 18 anos, com telefone em casa, usuários e decisores da contratação do serviço.
 
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Multishow mira jovem para atrair publicidade
Há cinco meses no comando do canal fechado Multishow (Net/Globosat), o executivo Gulherme Zattar buscou o respaldo das pesquisas para orientar as mudanças necessárias a fim de elevar e fidelizar audiência jovem (18 a 25 anos), como também atrair mais anunciantes.
Coordenados pela empresa Box, especializada em tendências e comportamento, os estudos determinaram mudança radical da programação do canal da Globosat. Zattar detalha que a partir de agora quatro pilares vão orientar a programação: viagem, aventura, humor e comportamento. Sob essa nova orientação, 19 programas estreiam na grade nos próximos meses. Outra novidade que o diretor do Multishow quer implantar é o raciocínio multiplataforma para exibir esses conteúdos, a partir de agora com internet e programas da Rede Globo e, em 2010, com telefones celulares. O formato para o ambiente mobile não está definido, mas devem ser programetes de curta duração.
Um dos exemplos que Zattar cita sobre programas que podem ganhar visibilidade na Rede Globo é o “Cilada” que teve o seu contrato de exibição renovado, mas já apresentado pelo “Fantástico”. “Estar junto com um programa de grande repercussão como o ‘Fantástico’ traz prestígio para o Multishow”, resume Zattar, que acredita que o humor é ingrediente chave no novo plano. “Se a publicidade bem-humorada garante mais recall para os anunciantes, o mesmo acontece na programação.. Além de programas, vamos escolher apresentadores com esse recurso e também fazer inserções pontuais. Estamos produzindo em parceria com a Mixer o programa ‘Quase Anônimos’. Na realidade, realizamos mais de 40 entrevistas com humoristas e vamos fazer uma seleção de novos colaboradores”, acrescentou.
O novo trilho do Multishow vai corrigir sua rota. A pesquisa encomendada por Zattar mostrou que é difícil arregimentar audiência jovem sem um atrativo. “Nas análises sobre nossa audiência, ficou claro que quando o ‘Big Brother Brasil’ está na programação, elevamos muito o volume. Também foi anotado que nos últimos anos estávamos mais decadentes, vistos como uma revista eletrônica. Quando se tem um pouquinho de tudo, não se especializa em nada. Chegou a hora de efetuar mudanças e ter foco”, afirmou o diretor geral do Multishow, que diz mais: “Temos uma ótima imagem e estamos entre os dez canais de maior audiência da TV paga abrangendo um universo de seis milhões de lares”.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Nestlé é marca de maior confiança
A Revista Seleções e o Ibope Inteligência divulgaram o resultado da 8ª Pesquisa Marcas de Confiança. Pelo terceiro ano consecutivo, a Nestlé foi escolhida a marca de maior confiança dos brasileiros, com 18% dos votos.
Com empate técnico, a Petrobras (14%) e a Natura (13%) foram as vencedoras da categoria Responsabilidade Social. A pesquisa também mostrou que Omo (80%), Kibon (76%), Visa (60%) e Colgate (59%) foram as empresas que apresentaram maiores índices de aprovação.
O publicitário Roberto Justus foi escolhido por 50% dos entrevistados como publicitário de confiança. Mais uma vez, os bombeiros foram apontados como os profissionais que têm mais confiança dos brasileiros com 97% dos votos.
A entrega dos prêmios acontece em um café da manhã no O Leopoldo, em São Paulo, no dia 4 de agosto.
Confira a lista completa de vencedores:
A marca mais confiável do Brasil: Nestlé (18%)
A marca mais socialmente responsável no Brasil: Petrobras (14%) e Natura (13%)
Categorias
Automóvel: Chevrolet (24%) e Fiat (24%) - empate técnico
Eletrodomésticos: Brastemp (54%)
Aparelhos eletrônicos: Sony (36%)
Telefone celular: Nokia (43%)
Computador: Dell (22%)
Banco: Banco do Brasil (34%)
Cartão de crédito: Visa (60%)
Previdência privada: Bradesco (22%) e BrasilPrev (19%) - empate técnico
Companhia de seguro: Porto Seguro (25%)
Assistência médica: Unimed (53%)
Companhia aérea: TAM (48%)
Provedor de internet: UOL (24%)
Operadora de telefonia móvel: Vivo (34%)
Operadora de telefonia fixa: Oi (43%)
Vitamina: Centrum (12%)
Analgésico/Comprimido contra a dor: Dorflex (15%), Anador (14%) e Tylenol (13%) - empate técnico
Creme dental: Colgate (59%)
Sabonete: Dove (28%) e Lux (24%) - empate técnico
Shampoo/Condicionador: Seda (26%)
Maquiagem: Avon (36%)
Creme para pele: Natura (27%)
Protetor solar: Sundown (37%)
Tintura para cabelo: L'Oreal (23%)
Absorvente: Sempre Livre (35%)
Sabão em pó: Omo (80%)
Detergente líquido para louças: Ypê (45%)
Óleo comestível: Liza (31%)
Margarina: Qualy (33%)
Suco concentrado ou pronto: Maguary (21%) e Ades (19%) - empate técnico
Café: Melitta (18%) e Pilão (18%) - empate técnico
Adoçante: Zero Cal (46%)
Refrigerante: Coca Cola (57%)
Chocolate: Nestlé (44%)
Sorvete: Kibon (76%)
Iogurte/Bebida láctea: Danone (31%)
Cereal matinal: Kellogg's (41%)
Ração para animais domésticos: Pedigree (26%)
Hipermercado: Extra (19%) e Carrefour (19%)
Bandeira de posto de gasolina: Petrobras (47%)
Tinta para pintura de parede: Suvinil (57%)
Cama, Mesa e Banho: Teka (35%)
Utensílios domésticos: Tramontina (37%)
Instituições, profissões e personalidades
Instituições/Organizações do Brasil: Correios (85%)
Profissões: Bombeiros (97%)
Jornalistas: Ana Paula Padrão (85%)
Apresentadores: Marília Gabriela (76%) e Patrícia Poeta (76%)
Artistas: Tony Ramos (91%) e Lima Duarte (91%)
Cantores: Chico Buarque (80%)
Autores de Livro: Dráuzio Varella (89%)
Esportistas: Lars Grael (92%)
Executivos: Alessandro Carlucci, da Natura (77%)
Publicitários: Roberto Justus (50%)
Outros: Deus (98%)
Consumidor confia na propaganda
Quem acha que os consumidores não gostam dos intervalos comerciais e das mais diversas formas de propaganda está redondamente enganado. É o que aponta um estudo divulgado na última semana pelo Instituto Nielsen. A pesquisa global, desenvolvida nos meses de março e abril pela internet com mais de 25 mil consumidores em 50 mercados da Europa, Ásia, América – incluindo o Brasil – e Oriente Médio avaliou a confiança, o valor e o compromisso que os consumidores enxergam na publicidade.
O estudo aponta que os latino-americanos são os que mais veem valor e confiam na publicidade, nas diversas mídias, enquanto os europeus são os que menos confiam. Já entre as mídias, o destaque fica por conta da TV e dos jornais que são os que atraem mais confiança por parte dos consumidores, mesmo os jornais tendo registrado queda de 3% na confiança do consumidor em relação há dois anos.
Os dados também mostram que os consumidores veem relevância no setor: 81% acham que a publicidade ajuda a subsidiar esporte e cultura através de patrocínios. Já 67% acham que a publicidade ajuda a financiar conteúdo nas diversas mídias e 66% dizem que a publicidade frequentemente atrai e entretém. A pesquisa mostra que a confiança do consumidor na publicidade subiu desde 2007, quando foi feito o primeiro estudo. Mas o boca-a-boca continua sendo essencial: consumidores confiam na opinião de outros consumidores – conhecidos ou não – mais que em publicidade paga, incluindo aí mídia impressa e online, outdoor, rádio e TV.
Nos 50 mercados estudados, a maioria dos consumidores acredita nas mais diversas formas de propaganda e concorda que a publicidade colabora com a promoção de competição no mercado e apoia as diversas mídias.
A confiança na publicidade está aumentando: os consumidores hoje acreditam mais em todos os canais de marketing que dois anos atrás. Mas o mobile marketing ainda tem um grande caminho a percorrer. Mensagens de texto nos telefones celulares têm menos confiança por parte dos consumidores (24%). Segundo o estudo, “entender a confiança do consumidor na publicidade é hoje mais importante do que nunca”, já que escolher o que quer ver e evitar comerciais está ficando cada vez mais fácil para os consumidores.
Como exemplo, o estudo cita que 28% da audiência televisiva nos Estados Unidos usou aparelhos de DVR no primeiro trimestre de 2009, podendo escolher ao que assistir e excluir comerciais. Além disso, as mídias sociais estão expandindo as influências positivas e negativas dos consumidores em relação às marcas, o que deve ser levado extremamente em conta já que dois terços da população global que usa internet participam de comunidades online. Os canais non media têm mais confiança que os de mídia paga.
Depois da recomendação de amigos, que aparecem como o melhor indicador para o consumidor, websites das marcas têm um bom desempenho, seguidos pelas opiniões dos consumidores postadas em sites, conteúdo editorial e patrocínios.
O estudo destaca que a importância da recomendação de amigos e a opinião de consumidores online têm levado os profissionais de mar-keting a prestar atenção contínua ao uso das mídias sociais e à mídia gerada por usuários.
Mídias
A pesquisa mostrou a publicidade online, incluindo mensagens de texto, buscas online, banners e vídeos online, únicos canais que têm a confiança de menos da metade dos consumidores mundiais. Por outro lado, a boa notícia para a mídia online é que a confiança do consumidor nesta área está crescendo. A porcentagem dos consumidores que confiam em banners aumentou de 26% em 2007, quando foi feito o primeiro estudo, para 33% em 2009. Em ferramentas de busca ela aumentou 21%, saindo de 34% para 41%.
Este também é o percentual de consumidores ao redor do mundo que confiam nesta mídia e mais uma vez a América Latina é a mais confiante: 53% dos latino-americanos confiam na mídia online enquanto na Europa o numero é de 36% e nos Estados Unidos de 42%.
Apesar da TV e dos jornais serem as mídias que atraem mais confiança, com o alto número de 61%, há uma grande variação entre as diversas regiões. A confiança na TV é muito maior que a média na América Latina: 74% dos consumidores confiam na TV enquanto na Europa este número é de 49%. O numero global é de 62%.
O jornal quase empata com a TV com 61% da confiança dos consumidores mundiais. E na América Latina, como a TV, tem alta confiança por parte dos consumidores: 75% confiam na publicidade em jornais enquanto na Europa o numero é de 50%. A grande confiança dos latino-americanos na TV e no jornal pode ser vista em quase todas as mídias, exceto no e-mail marketing. Por outro lado, os americanos são os que mais confiam em e-mail marketing, se este for enviado com aprovação.
O valor da publicidade
Levando em conta que, além de querer que os consumidores confiem na publicidade, anunciantes e empresas de mídia querem que eles entendam o valor dela, o estudo mediu a percepção do consumidor de acordo com oito quesitos.
Os consumidores tiveram que responder se a publicidade aumenta o valor dos produtos, gerando competição; promove a escolha do consumidor, ajudando a exercer o direito de escolha; ajuda no crescimento econômico (colaborando com o sucesso das empresas); cria empregos (com o crescimento econômico e também como indústria); é vital para a mídia (colaborando com uma mídia diversificada, plural); incentiva o esporte e a cultura (através de patrocínios); ajuda a fazer diferença (com a publicidade de serviços públicos e campanhas sociais), e se frequentemente atrai atenção e entretém.
Mundialmente, a maioria dos consumidores concorda que a publicidade entrega estes valores. Mais de 80% acredita que ela ajuda a subsidiar esporte e cultura através de patrocínios. Já 63% disseram que ela fornece informações essenciais em assuntos como segurança e saúde através de campanhas da área pública.
Apesar da percepção da publicidade parecer consistente entre as diferentes idades e gêneros, há uma variação considerável nas diferentes regiões. A maior diferença foi notada no quesito que questiona se a publicidade colabora para que os consumidores façam suas escolhas, ao fornecer informações.
Globalmente, dois terços dos consumidores acreditam nisso. Já na América Latina, oito em cada dez consumidores concordam, enquanto na Europa apenas metade disse que sim. A percepção do valor que a publicidade entrega varia de acordo com as regiões sendo que o Leste Europeu é onde os consumidores são mais céticos e a América Latina onde se enxerga mais valor na publicidade.
Na conclusão do estudo, o Nielsen aponta que a variação na confiança do consumidor nos diversos mercados tem implicações na melhor maneira de atrair consumidores em um mundo de mídias fragmentadas. E mais, entender o valor que os consumidores veem na publicidade – e o nível de compromisso que eles sentem –, pode ajudar os profissionais de marketing a atender melhor os interesses das suas audiências.
Credibilidade em alta no Brasil
Foi constatado que enquanto a confiança e a percepção de valor podem ter uma grande variação entre os diferentes mercados e mídias, a confiança do consumidor global na publicidade está crescendo, a maioria reconhece o valor que a publicidade oferece.
Mas assim como a América Latina se destaca como região quando o assunto é confiança na publicidade, o Brasil desponta entre os cinco países que mais confiam na publicidade de diversas mídias.
Em jornais e TV, 77% dos consumidores brasileiros pesquisados apontaram que confiam na publicidade destas mídias. Já em Rádio, o número é de 72%; em e-mail marketing, 67%; em vídeos online, 54%, e em ferramentas de busca, 62%.
No mobile marketing os brasileiros aparecem com um percentual menor, de 36%, mas apesar disso o País está na quarta posição, já que a mídia ainda tem um longo caminho a percorrer para adquirir a maior confiança do consumidor.
Além destes dados, a pesquisa aponta que 79% dos brasileiros confiam nos patrocínios. Vale destacar a presença da Venezuela como país em que os consumidores têm uma das mais altas confianças na publicidade assim como a Colômbia. Outros países que se destacam entre os cinco primeiros em confiança dos consumidores em várias mídias são Vietnã e Paquistão.
sábado, 4 de julho de 2009
Após pagar despesas, brasileiros investem em tecnologia
A pesquisa, que falou com mais de 25 mil usuários de internet em 50 países, também mostrou que o internauta brasileiro está menos otimista de que é um bom momento para se fazer compras. O índice que mede esta confiança caiu de 109 para 88 pontos, de acordo com o estudo.
Quanto ao aumento do consumo de bens com novas tecnologias, José Reinaldo Riscal, da Nielsen Brasil, revela que o porcentual de consumidores interessados neste tipo de produto só tende a aumentar. Segundo ele, um bom exemplo é a área de telefonia celular. Em um levantamento recente, a Nielsen constatou que 63% do público do serviço de valor adicionado no celular tem entre 15 e 34 anos, o que mostra um perfil de consumidores jovens e cada vez mais ávidos por tecnologia.
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Ibope lança 16ª edição da pesquisa Pay TV Pop
Estudo inclui as praças Florianópolis (SC) e Campinas (SP), não aferidas anteriormente
A 16ª edição da pesquisa Pay TV Pop, do Ibope Mídia, apresenta um mapeamento completo sobre a TV por assinatura no Brasil. O estudo traz como novidade a inclusão das praças Florianópolis (SC) e Campinas (SP), não aferidas anteriormente. Além disto, aborda questões inéditas como: razões para assinar, satisfação geral com o combo, tipo do principal aparelho de TV do domicílio, tempo que possui o serviço de TV por assinatura e avaliação dos pacotes de canais.
O estudo oferece diversas possibilidades de análises, como tempo que a operadora presta serviço no domicílio, canais fundamentais para manter o contrato com a operadora, principal motivo para ter o serviço de TV por assinatura em casa, intenção de contratar o serviço nos próximos seis meses, entre outros detalhes.
Observou-se que entre os entrevistados que utilizam o serviço de TV por assinatura, 48% possui um pacote ou “combo” promocional, sendo que para 28% a principal razão que motivou a assinatura desta promoção foi ter mais de um serviço por um preço acessível. A pesquisa também apontou que a maior parte das pessoas que possui este pacote ou “combo” promocional está satisfeito com o serviço e revelou que 28% dos domicílios possuem o serviço de TV por assinatura há mais de 4 anos.
Para saber mais detalhes consulte o site o Ibope
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Operações com cartões de débito superam uso de cheques
Os brasileiros estão cada vez mais preferindo os meios eletrônicos para pagar as despesas. Segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (27) pelo Banco Central (BC), em 2008, ocorreram 2,1 bilhões de transações com cartões de débito, contra 1,94 bilhão de transações com cheques.
Os dados constam do Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo no Brasil. De acordo com o levantamento, a utilização dos cartões de débito tem crescido acima da média. De 2005 a 2008, aumentou 84%, enquanto o uso do cheque caiu 23%.
Se também forem incluídos os cartões de crédito na conta, os cartões eletrônicos responderam por 53,8% dos pagamentos no varejo sem o uso de cédulas de dinheiro no ano passado, contra os 50,3% registrados em 2007. Nas transações inferiores a R$ 5 mil, a participação dos cartões foi ainda maior, aumentando de 55%, em 2007, para 59%, em 2008.
Conforme o relatório, o número de cartões de débito em circulação no país somou 207,9 milhões no ano passado, alta de 14% em relação a 2007. Foi a primeira vez que ultrapassou a marca de 200 milhões. Ao mesmo tempo, o número de cartões de crédito existentes no Brasil passou de 117,7 milhões, em 2007, para 132,1 milhões em 2008, aumento de 12%.
A pesquisa mostrou ainda que o uso de cheques está cada vez mais restrito às transações de maior valor. De acordo com o BC, o valor médio dos pagamentos com cheque foi de R$ 835 no ano passado. Para os cartões, cada consumidor gastou, em média, R$ 49 em cartões de débito e R$ 86 nos cartões de crédito.
O relatório detectou ainda crescimento no uso da internet. O número de transações realizadas nos sites dos bancos saltou de 6,4 bilhões para 7,2 bilhões, atingindo 29% e aproximando-se dos terminais de auto-atendimento. Desde 2007, a internet superou o atendimento nas agências e nos postos tradicionais, modalidade usada em 23% das operações.
Embora prefiram cada vez mais os instrumentos eletrônicos de pagamento, os brasileiros também estão andando com mais cédulas de papel no bolso. Segundo a pesquisa, a quantidade de papel-moeda em poder do público cresceu 17,7% em 2008, passando de R$ 350,84 por brasileiro, em 2007, para R$ 408,93 no ano passado.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Jornais brasileiros têm pior circulação da década
Dessas oito publicações, seis tiveram o pior resultado da última década: Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo, O Dia, Diário de S. Paulo, Correio Braziliense e Jornal da Tarde. Já O Globo e Extra, apenas tiveram outro período ruim em 2003 e 2004.
Na liderança do ranking está a Folha de S.Paulo, que viu sua média diária de circulação cair de 429.476, no início do ano 2000, para 298.652 no final desse trimestre. Em seguida, aparece O Estado de S.Paulo que registrou uma queda de 391.023 para 217.414.
No Rio de Janeiro, os jornais O Globo e Extra não apresentam resultados muito diferentes. No caso do jornal O Globo, a média de circulação de 260.869 no primeiro trimestre de 2009 foi superior apenas aos índices registrados em 2003 e 2004, que foram de 258.485 e 250.480 respectivamente. Com resultados ruins também em 2003 (236.466) e 2004 (224.071), o Extra teve uma circulação de 258.324 nos três primeiros meses do ano.
Resultados em alta
Já os jornais Meia Hora, Lance, A Tribuna, Expresso da Informação e Valor Econômico registraram resultados positivos no período. Com os melhores resultados da década, a circulação média das publicações foi de 219.148 para o Meia Hora, de 131.423 para o Lance, de 62.909 para A Tribuna, de 62.714 para o Expresso da Informação e de 53.885 para o Valor Econômico.
Além disso, o Zero Hora e Diário Gaúcho tiveram suas melhores colocações desde 2000. A circulação média de 184.893 registrada pelo Zero Hora ficou abaixo apenas do resultado do primeiro trimestre de 2000, quando tinha 186.471 de média. No caso Diário Gaucho, o resultado de 156.818 foi 7,8% menor do que o obtido no mesmo período de 2008.
Redação Adnews
Comércio eletrônico deve movimentar R$ 450 milhões no Dia das Mães
Segunda melhor data para o comércio eletrônico, atrás apenas do Natal, o valor leva em consideração o período de 25 de abril e 9 de maio. O resultado também representa 20% de aumento em relação ao resultado de 2008, quando faturamento foi de R$ 380 milhões.
Para Pedro Guasti, diretor-geral do e-bit, a expectativa sempre é positiva quando se trata desse dia. “Quando se trata de Dia das Mães, a expectativa é sempre muito positiva, até pelo histórico que essa data tem no e-commerce. É interessante apostar em promoções que motivem ainda mais os filhos a presentearem suas mães”, afirmou.
Ainda segundo o e-bit, o tíquete médio não deve apresentar grandes variações ficando em torno de R$ 325.
Com informações do W/News
