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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Africa oficializa novas funções no Atendimento

A área de atendimento da Africa acaba de ampliar o nome dessa função, que passa a se chamar atendimento e gestão. A alteração serve para redefinir o que esses profissionais de fato fazem; ou seja, são hoje muito mais do que executivos de contas, são gestores.

A ampliação do nome da função dá ainda mais importância e turbina todos os significados que a área de atendimento agregou nos últimos anos. Também reflete, na prática, o posicionamento da Africa, uma agência exclusiva, diferenciada e inovadora.

“Os nossos profissionais de atendimento são acima de tudo gestores. Contratamos publicitários com esse perfil, muitos provenientes da área de marketing do cliente, como é o caso da nossa diretora-geral, Renata Brasil. Treinamos a equipe para que o atendimento tenha um papel que vá além da sua função original, ou seja, que esteja preparado para ser um gestor da marca, do trabalho dos clientes e do desempenho da conta dentro da agência”, explica o sócio e vice-presidente executivo, Márcio Santoro. Além de ter estudado na Northwestern University Kellogg School of Management, Santoro ainda está cursando o Owner/President Management Program (OPM), em Harvard.

Santoro destaca ainda o quanto o papel do atendimento mudou nos últimos anos. “É preciso lembrar que se trata da função mais executiva dentro das agências. O atendimento é o gestor do negócio na indústria da propaganda, além de grande integrador”, ressalta o vice-presidente da Africa. “Entendemos que essa ampliação do nome da função ajuda a valorizar o profissional de atendimento e ilumina atividades que hoje estão sob seu escopo.”

Gestão de pessoas (mantém o relacionamento com todas as áreas de agência, além de cliente e fornecedores); gestão de processos (disciplina, controle e administração do tempo); gestão de estratégias e conhecimento (conhecimento do cliente e do mercado); gestão de custos, liderança e postura (senioridade e relacionamento); poder de convencimento, influência, capacidade de negociação e implementação estão entre as atividades principais de um profissional de atendimento e gestão da Africa. “É importante dizer que o modelo de negócios da agência permite que atendimento gestor seja de fato uma realidade, pois se trata de uma agência que trabalha com exclusividade, dedicação e senioridade dos profissionais.”

 

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

IAB sugere ao Cenp novas regras para agências digitais

Entidade interativa também pede ao Google o fim do assédio direto aos anunciantes

O IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau) entrega nas próximas semanas ao Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) um documento com sugestões para que as agências interativas sejam mais bem contempladas pelas regras da entidade que regulamenta as relações comerciais do mercado brasileiro.

O atual texto do Cenp é considerado superficial no que se refere às mídias digitais. Mesmo com a flexibilização das regras e o esforço do Cenp para atrair agências especializadas nos últimos anos, o número atual de interativas certificadas é considerado irrisório pelo IAB.

"Queremos um movimento maior de certificações, mas, para isso, as agências digitais precisam se sentir mais amparadas pelo Cenp", observa o presidente do Comitê de Agências do IAB, Raul Orfão.

Outro caso mal resolvido entre o Cenp e a mídia interativa diz respeito ao Google, que tem por política internacional o não pagamento de comissões às agências de publicidade. Aparentemente conformadas com a posição irredutível do Google, as agências filiadas ao IAB tentam diminuir o assédio direto aos clientes - prática intensificada pelo site de buscas nos últimos tempos.

No mês passado, o IAB realizou reunião com diretores do Google, também filiado à entidade, que se comprometeram a fazer esforços regulares para que a prospecção de anunciantes aconteça em conjunto com as agências.

A informação é da coluna Em Pauta publicada na edição 1371 de Meio & Mensagem, que circula com data de 10 de agosto de 2009.
 

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Publicidade de carros terá aviso oficial



As peças publicitárias de produtos ligados a indústria automobilística (veículos e peças) terão agora uma mensagem educativa, a exemplo do que acontece com cigarros e bebidas alcoólicas. A obrigatoriedade foi determinada essa semana pela lei federal nº 12.006, já publicada no Diário Oficial da União, em complemento ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A legislação é válida para peças veiculadas em rádio, televisão, jornais, revistas e outdoor. Deverão ser incluídas mensagens com “se beber não dirija” ou “não fale ao celular enquanto dirige”, por exemplo. O diretor científico da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), José Montal, diz que a publicidade da indústria automobilística na Europa há tempos deixa aspectos de segurança mais evidentes do que a própria estrutura do carro. “Mas isso é por causa da exigência do consumidor. Lá, o consumidor quer saber se há airbag para proteger o pescoço do motorista, se há barras laterais de segurança”, diz. “Aqui, o consumidor ainda está na fase da potência do motor, da roda tal, do som diferente.”

Outdoors

A nova lei também determina que a publicidade em outdoors instalados na beira das rodovias, de qualquer tipo de produto, também contenham informações sobre educação no trânsito. A regra vale inclusive para anunciantes institucionais (das empresas concessionárias) e propagandas eleitorais.

As penas para quem descumprir as novas normas vão desde advertência por escrito, no primeiro flagrante, e suspensão da divulgação de propaganda do produto por 60 dias, até multa de 1 mil a 5 mil vezes o valor da Unidade Fiscal de Referência (Ufir) em casos de reincidência, além da suspensão imediata da veiculação da peça publicitária.