Representantes de entidades jornalísticas criticaram recente declaração do presidente Lula, que em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo afirmou que o "papel da imprensa não é fiscalizar o poder, mas é informar". A Associação Nacional dos Jornais (ANJ), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), instituições de âmbito nacional, classificaram a afirmativa de Lula como "infelicidade" e "equívoco".
"O presidente Lula está equivocado. Além de informar, que é uma de suas funções, a imprensa tem o clássico papel de investigar e presta excelentes serviços em todos os países em que exerce também esta função", disse o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira.
Na afirmativa, Lula argumentou que o Brasil já possui órgãos responsáveis pelo monitoramento do Estado, como o Tribunal de Contas da União. Para o presidente da Fenaj, Sérgio Murillo, o panorama brasileiro atual, que envolve corrupção e pobreza, não isenta a imprensa dessa prerrogativa fiscalizatória.
"Pobre da nação em que não há investigações de jornais e jornalistas (...) Sempre tenho dito que, enquanto os representantes políticos reclamarem da imprensa, estamos fazendo nosso papel -e eles o deles. Mas, quando há muitos elogios,algum problema há", declarou Murillo.
A posição do presidente da Fenaj é apoiada pelo diretor da ABI, Jesus Chediak. Segundo ele, por questão de demanda, a liberdade de imprensa e o direito à informação exercem papel fundamental na sociedade brasileira. "O jornalismo investigativo é fundamental e os grandes repórteres também. São pessoas importantíssimas dentro da sociedade", disse Chediak.
Por sua vez, Murillo reconhece que a imprensa comete equívocos e abusos no monitoramento do poder público. Porém, segundo o presidente da Fenaj, as falhas são "exceções que não justificariam abrir mão dessa função que nós exercemos com bastante competência". A informação é do jornal O Estado de S.Paulo.
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sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Senador Romeu Tuma defende a causa do Horto Florestal de Limeira no Senado
Na noite do dia 09 de setembro, o senador Romeu Tuma defendeu o horto de Limeira em seção do Senado, pedindo uma rápida solução para o caso e o envolvimento das demais autoridades e senadores.
Em seu pronunciamento ele falou da sua visita à Limeira, de todos os esforços das autoridades locais, do abaixo assinado com 14.000 assinaturas que recebeu da campanha “Salve o Horto” e principalmente frisou o fato de ter recebido mais de 10.000 e-mails em seu computador e disse que a população pode pensar que eles não estão fazendo nada devido à demora de uma resposta efetiva.
Os e-mails ao qual o senador se refere é fruto de uma estratégia de marketing digital, onde nós organizadores da campanha salve o horto colocamos no site da campanha um link onde você pode mandar o protesto para várias autoridades das esferas municipal, estadual e federal.
Esta estratégia tem gerado bons resultados, muitas autoridades já se pronunciaram estar incomodadas com o fato de receber os e-mails, inclusive um procurador da república situado em Piracicaba foi contundente em pedir que o e-mail dele fosse retirado do protesto, mas não deu seu posicionamento a respeito do caso Horto de Limeira, diferente do senador Romeu Tuma que vem se mostrando favorável a cidade.
Segue abaixo os vídeos das declarações.
http://www.senado.gov.br/TV/noticias/quarta/tv_video.asp?nome=PL090909_39
http://www.senado.gov.br/TV/noticias/quarta/tv_video.asp?nome=PL090909_40
Dê seu protesto também.
Clique www.salveohorto.com.br
Via Blog da Contin
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